Edgium / CDN e WAF
CDN e WAF com proteção DDoS para o seu site, loja e API
O seu site responde do ponto da rede mais perto de quem acessa, no Brasil ou no exterior. O ataque para na borda, a origem fica escondida, e até o domínio raiz, sem o www, entra protegido sem CNAME e sem mudar o seu DNS de lugar.
Uma rede inteira com o mesmo endereço
Na Edgium, todos os pontos da rede, no Brasil e no exterior, anunciam os mesmos IPs pela internet (anycast, por BGP). Quem acessa o seu site é levado pelo próprio roteamento ao ponto mais próximo. É isso que deixa a gente gerir o tráfego e proteger tudo antes de chegar ao seu servidor.
- pedido do visitante
- resposta entregue pela borda
- busca na sua origem (só o que não está em cache)
- ataque barrado na borda
Arraste para o lado para ver a animação inteira.
Mais perto de quem acessa
Cada visitante cai no ponto mais próximo pelo caminho de rede, não por adivinhação de DNS. Menos saltos, menos tempo até o primeiro byte.
Ataque DDoS dividido e contido
Um ataque distribuído chega espalhado entre os pontos da rede, e cada um filtra a sua parte. A sua origem não recebe o volume. Mais sobre a proteção DDoS
Ponto fora, tráfego segue
Se um ponto sai do ar, o BGP leva o tráfego para o seguinte, que tem o mesmo IP. Sem troca de DNS e sem esperar TTL.
Domínio raiz protegido, sem CNAME
O padrão do DNS não permite CNAME no domínio raiz (o suaempresa.com.br, sem o www). Por isso muitas CDNs pedem que você leve o DNS inteiro para elas, ou só protegem o www.
Na Edgium, os IPs são anycast e fixos. O domínio raiz recebe registros A e AAAA comuns, apontados para a rede, no DNS que você já usa. Para quem acessa, nada muda: o mesmo endereço, o mesmo certificado, só que mais rápido e protegido.
; no DNS que você já usa (exemplo) suaempresa.com.br. A IP anycast Edgium suaempresa.com.br. AAAA IPv6 anycast Edgium www.suaempresa.com.br. CNAME suaempresa.com.br. ; e-mail, SPF e o resto continuam iguais suaempresa.com.br. MX 10 mx.seuprovedor.com.br.
O que a CDN faz pela sua aplicação
Configuração separada para cada aplicação. Você decide o que vai para o cache, o que é bloqueado e como a borda conversa com a sua origem.
Portas HTTP personalizadas
A aplicação roda em 8080, 8443 ou outra porta? A CDN atende na porta que você precisa e fala com a origem na porta dela.
Certificado SSL próprio ou emitido para você
Use o certificado da empresa (EV, OV ou wildcard) ou deixe a Edgium emitir e renovar pelo Let's Encrypt. TLS com HTTP/2, HTTP/3 e HSTS ligados.
Firewall de aplicação web (WAF)
Regras contra injeção de SQL e outros ataques comuns na web, bloqueio por país, IP, host e user-agent, e desafio para robôs e tráfego suspeito antes de chegar ao servidor.
Cache de estático e dinâmico
Imagens, scripts e páginas saem da borda, comprimidos em Brotli ou Gzip, com o tempo de cache e de expiração que você escolher. O que muda a cada pedido vai direto à origem pela rede da Edgium, por um caminho já aberto.
WebSocket por padrão
Chat, painéis ao vivo e notificações funcionam pela CDN sem configuração extra.
IP real e logs no seu servidor
A aplicação recebe o IP, a porta e o país reais do visitante em cabeçalhos (X-Real-IP e X-Client-IP). Os logs de acesso podem ir por syslog para um servidor seu, para atender à LGPD.
Origem escondida
O IP do seu servidor não aparece no DNS. A origem pode aceitar só a Edgium e fechar o resto da internet.
IPv4 e IPv6
A rede anuncia endereços IPv4 e IPv6. Mesmo que a sua origem só tenha IPv4, quem acessa por IPv6 é atendido.
Cada aplicação com as suas configurações, no painel
No painel da Edgium, cada domínio e subdomínio tem as suas abas: certificado SSL, segurança, cache, WAF, origens (upstreams) e analytics. Você ajusta quando quiser, e a nossa equipe acompanha junto.
Desempenho
- HTTP/2 e HTTP/3
- IPv4 e IPv6
- Controle de cache e de expiração
- Compressão Brotli e Gzip
- Várias origens por aplicação
- WebSocket
Monitoração
- IP real do visitante (X-Real-IP e X-Client-IP)
- Cabeçalhos de geolocalização
- Métricas de tempo de resposta
- Envio de logs por syslog e rsyslog
- Analytics por aplicação
Segurança
- WAF e proteção DDoS
- Certificado SSL próprio ou Let's Encrypt
- Proteção contra hotlink
- Regras de bloqueio personalizadas
- Origem escondida
O que muda para a empresa e para quem acessa
Para a empresa
- Conta de nuvem menor: o que sai do cache não passa pela sua origem nem pela transferência paga da nuvem.
- Servidor menor: com a borda segurando o pico e o ataque, a origem não precisa ser dimensionada para o pior dia.
- Entrada sem migração: o DNS não muda de lugar, e voltar atrás é desfazer um registro.
- Atendimento no Brasil: quem configura e acompanha é a nossa equipe, em português, junto com você.
Para quem acessa
- Página que abre rápido, porque a resposta vem do ponto mais perto, inclusive pelo celular. Velocidade também conta para o Google.
- Site no ar durante um ataque, porque o tráfego ruim fica na borda e o bom continua passando.
- Nada de endereço estranho: o mesmo domínio, o mesmo cadeado, sem redirecionamento.
- Conexão moderna, com HTTP/3 e IPv6 para quem tem, e o resto continua funcionando.
Como a aplicação entra na CDN
Você conta o que vai para a borda
O domínio, onde está a origem, a porta, e o que pode ficar em cache.
A gente configura e testa
A aplicação é cadastrada na rede e testada antes de receber tráfego de verdade, com o seu certificado ou um emitido para você. Se preferir, comece por um subdomínio de teste.
Você aponta os registros
No DNS que já usa, troca o
Ae oAAAA(ou oCNAMEdo subdomínio) para a Edgium. Para voltar, basta desfazer.
Exemplos de uso
Situações comuns e como a Edgium resolve cada uma.
Loja virtual e e-commerce
Black Friday sem página lenta: cache na borda, WAF contra robôs e proteção DDoS no pico.
Ver o exemplo completoPortais de notícia, blogs e mídia
Notícia viral sem site fora do ar: o cache segura o pico e o hotlink para de custar banda.
Ver o exemplo completoAgências e desenvolvedores web
Dezenas de sites num painel só, com certificado renovado sozinho e domínio sem www protegido.
Ver o exemplo completoPerguntas sobre a CDN
Dá para testar a CDN antes de contratar?
Sim. Converse com a gente: a Edgium prepara um teste com um subdomínio ou com a sua aplicação, e você mede com o seu próprio tráfego antes de apontar o domínio principal.
Preciso trazer o meu DNS para a Edgium?
Não. O DNS continua onde está. Você troca só os registros do site para apontar para a Edgium: A e AAAA no domínio raiz, e A, AAAA ou CNAME nos subdomínios.
Dá para proteger o domínio raiz, sem o www?
Sim. Como os IPs da Edgium são anycast e fixos, o domínio raiz recebe registros A e AAAA comuns, sem CNAME e sem truque no DNS.
A minha aplicação usa uma porta diferente de 80 e 443. Funciona?
Funciona. A CDN aceita portas HTTP e HTTPS personalizadas, tanto na entrada quanto na conexão com a sua origem.
Posso usar o meu próprio certificado?
Pode. Você envia o certificado da empresa, inclusive EV ou wildcard, ou a Edgium emite e renova um para o seu domínio.
O que acontece se um ponto da rede cair?
O roteamento da internet (BGP) leva o tráfego para o ponto seguinte, que anuncia o mesmo IP. Não há troca de DNS nem espera de TTL.
A minha aplicação continua vendo o IP do visitante?
Sim. A Edgium manda cabeçalhos com o IP, a porta e o país reais do visitante, e os logs podem ir para um servidor seu.
A CDN protege contra ataque DDoS?
Sim. Como a rede é anycast, um ataque distribuído chega dividido entre os pontos no Brasil e no exterior, e cada um filtra a sua parte. O WAF ainda barra pedidos suspeitos antes de chegarem à aplicação.
Dá para impedir que outros sites usem as minhas imagens?
Sim. A proteção contra hotlink faz a CDN recusar arquivos pedidos por páginas de outros domínios, e a sua banda deixa de pagar pelo conteúdo exibido nelas.
Converse com a Edgium e teste a CDN
Conte o domínio e onde está a origem. A gente prepara um teste com um subdomínio ou com a sua aplicação, você mede com o seu tráfego, e depois vem a proposta.